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I. NO DOMÍNIO DA ORGANIZAÇÃO E POLÍTICA
DE QUADROS
Sendo a Organização a área mais importante da OMA, tendo em conta a necessidade de melhorar o funcionamento de todos os organismos do topo à base; Considerando a necessidade de se reforçar a actividade de mobilização e enquadramento das mulheres; Preocupado com a necessidade de se garantir um trabalho mais eficiente aos vários níveis, através da aplicação de métodos e estilo de trabalho que contribuam para o melhor desenvolvimento da actividade de Organização. 0 Congresso extraordinário da OMA orienta o período 1991/1992, o seguinte: 1. Melhorar as formas de sensibilização, mobilização e enquadramento de novos membros na Organização através de uma adequação de métodos à realidade de cada Província, Município ou Povoação e de cada camada social. 2. Continuar a desenvolver esforços para a integração de mulheres jovens na OMA criando formas de participação concreta nas actividades da Organização; 3. Aperfeiçoar os métodos e estilo de trabalho, bem como o conteúdo e o sistema de informação da Organização; . 4. Melhorar o funcionamento dos Comités e Secretariados a todos os níveis através da realização regular de seminários e encontros preparados convenientemente; 5. lncrementar a realização periódica e sistemática de visitas de ajuda e controlo a todos os níveis e sempre que possível visitas inter-Provinciais para troca de experiências; 6. Garantir uma melhor preparação das Assembleias de Membros a nível das Secções de Base, primeiro passo para uma adequada preparação, desenvolvimento e assistência dos membros às reuniões com Ordem de Trabalhos e tarefas concretos bem definidas; 7. Garantir a realização das Assembleias das Secções de Base, com a regularidade e com a presença da maioria dos Membros, desenvolvendo-se a mobilização necessária; 8. Criar condições para que, nas Secções de Base, se analisem as questões mais importantes de comunidade e se procure junto dos organismos imediatamente superiores as respostas adequadas; 9. Limitar a demasiada centralização de tarefas em poucas Camaradas e a interferência excessiva das Dirigentes do níveis intermédio e superior na actividade dos organismos inferiores; 10. implementar um sistema
de organização estatística que permita uma recolha
e tratamento de dados;
12. Assegurar que cada esfera de trabalho se responsabilize na concretização das tarefas definidas no plano anual controlando o seu cumprimento integral; 13.Utilizar os meios de Comunicação Social sempre que possível, para a divulgação dos principais êxitos da Organização e dos compromissos individuais e colectivos assumidos pelas estruturas com vista a aumentar a participação dos membros; 14. Criar condições
para a entrega de estímulos e louvores aos membros, Organizações
de Base e organismos lntermédios que mais se destacarem nas actividades
da Organização.
1.2. No Domínio da Política de Quadros Com base nas experiências anteriores e tendo em conta a necessidade de se ter um conhecimento real dos quadros existentes e as suas potencialidades, o Congresso Extraordinário da OMA chama a atenção especial das estruturas da Organização aos vários níveis para a necessidade de: 1. Definir de forma concreta o trabalho a desenvolver com os quadros da Organização; 2. Acompanhar de forma permanente e sistemática os quadros que exercem cargos de direcção na OMA, com vista a garantir uma maior estabilidade e melhor qualidade na selecção e movimentação dos quadros e uma preparação adequada para as funções inerentes a sua responsabilidade; 3. Definir claramente as funções e o conteúdo de trabalho das activistas, criando os mecanismos adequados por forma a evitar que sejam chamadas a cumprir outras tarefas da sua especialidade, assegurando a sua permanência na actividade e o seu constante aperfeiçoamento; 4. incentivar a selecção, formação, superação e enquadramento de um corpo de activistas da Organização, criando um sistema de estímulos que motive a participação activa de jovens que possuam um nível cultural aceitável; 5. Definir uma lista e promover a formação de membros da organização capazes de assumir no futuro, cargos de direcção aos vários níveis; 6. Continuar com o princípio de renovação nos Organismos de Direcção combinando a continuidade de quadros experimentados com a integração de novos quadros de preferência jovens para garantir a renovação necessária; 7. Proceder a avaliação anual dos quadros; 8. Proceder a distribuição de estímulos e louvores de membros da Organização que mais se tenham distinguido no cumprimento das suas tarefas; 9. Prestar particular atenção a saúde e apresentação dos quadros; 10. Continuar a contribuir
para a formação de quadros utilizando o sistema nacional
de ensino.
No Domínio da Estatística e Documentação 1. informatizar o sistema de dados; 2. Publicar os dados estatísticos
ao nível dos Comités e Secretariados,
No Domínio da Promoção da Mulher A sua participação activa e engajamento no processo de Reconstrução Nacional e de defesa da Pátria determinaram que a sua presença se faça sentir hoje em todos os domínios da actividade política, económica e social nacional. Considerando a aprovação da lei Constitucional e de outros instrumentos jurídicos no sentido de garantir uma efectiva igualdade para a mulher, de constituir uma Pátria em que todos os cidadãos se sintam livres e iguais; Tendo em conta, que ainda se regista na prática uma certa tendência para não considerar as capacidades e possibilidades da mulher através da promoção de homens em detrimento das mulheres com o pretexto de que estas estão já bastante sobrecarregadas com a lida doméstica, a atenção aos filhos e a protecção da Lei da Maternidade e o trabalho no centro de trabalho; Considerando que estas manifestações veladas ou abertas de desigualdade impedem o real desenvolvimento da mulher; Preocupação com o facto de que o índice de participação da mulher na vida económica, social, política e cultural não está em correspondência com os de promoção da mulher à cargos de direcção intermédia e superior; O Congresso Extraordinário orienta o Comité Nacional para que se atinjam durante o quinquénio os seguintes objectivos: 1. Denunciar todas as manifestações discriminatórias contra a mulher, nomeadamente no que se refere a superação cultural e profissional; 2. Trabalhar em coordenação com o Ministério do Trabalho e Segurança Social com o objectivo de uma identificação atempada do número de mulheres que afluem aos Centros de Emprego e equacionar a solução dos vários problemas que se levantam; 3. Insistir com o Ministério da Mulher para a prática de critérios de promoção, desde o nível inferior partindo do pressuposto de que em igualdade de condições se devem oferecer iguais possibilidades à mulher e ao homem para ocupar cargos de responsabilidade; 4. Promover a realização
de encontros da mulher trabalhadora
5. Proceder ao estudo sobre a situação da mulher camponesa e implementar projectos necessários à melhoria da sua condição de vida e integração no desenvolvimento; 6. Apoiar a actividade e desenvolvimento da mulher camponesa prioritariamente a organizada nas Cooperativas e Associações de Camponeses; 7. Estimular a actividade
artesanal da mulher no País e dinamizar a constituição
de pequenas e médias empresas privadas ou cooperativas, sensibilizando
os orgãos competentes para a necessidade de formação
de mulheres gestoras;
9. Estimular em colaboração com os Sindicatos as trabalhadoras destacadas nos vários ramos de actividade; IO. Dinamizar a obtenção dos meios necessários à execução de projectos tendentes à melhoria das condições da mulher especialmente no que se refere à sua formação profissional; 11. Dinamizar a realização de estudos sobre a situação da mulher aos vários níveis sócio-profissionais e das regiões do País; 12. Dinamizar a recolha e
o tratamento de informação sobre a situação
da mulher.
2. NA ÁREA DE EDUCAÇÃO, CULTURA, DESPORTO E INFORMAÇÃO Considerando que a superação cultural, científica e técnica da mulher é condição indispensável para uma participação mais activa nos vários domínios da actividade política, económica, social e cultural do País; Tendo em conta o índice de analfabetismo ainda existente no seio da mulher angolana, o Congresso Extraordinário da OMA considera importante salientar a necessidade de se dar maior prioridade à Alfabetização e Pós- Alfabetização, no sistema educacional vigente; Assim , o Congresso Extraordinário da OMA decidiu orientar para o quinquénio a realização das seguintes tarefas: 2.1. Responsabilizar as Socções de Base e os Secretariados Municipais pelas tarefas ligadas à Alfabetização no seio das mulheres; 2.2. Continuar, em colaboração com o Ministério da Educação, a contribuir para a formação dos quadros da OMA utilizando o Sistema Nacional de Ensino; 2.3. Definir prazos e metas para a diminuição do número de analfabetas membros da OMA, bem como estudar as formas mais adequadas para a superação cultural das mulheres domésticas e as camponesas e elaborar um programa anual para a sua implementação; 2.4. Estudar e concretizar com a Direcção Nacional de Ensino de Adultos a forma de continuar a formar profissionalmente a mulher depois de alfabetizada com o objectivo de ligar a alfabetização com a aprendizagem de uma profissão; 2.5. Em coordenação com as estruturas competentes informar sobre as oportunidades que são oferecidas às mulheres para a sua formação profissional e negociar formas da sua incrementação; 2.6. Prestar particular atenção às mulheres que trabalham no sector informal de forma a: - Contribuir para que as
suas actividades sejam tomadas em
- Melhorar o meio em que trabalham e o seu bem estar, contribuindo para que tenham acesso a um Centro de Saúde, Creche, etc. ....; - Contribuir para a sua incorporação em programas de formação de gestoras; - Contribuir para que sejam informadas sobre a política industrial, o fisco, o crédito, o investimento, etc...; 2.7.Recorrer ao Ministério de Promoção e Desenvolvimento da Mulher para obtenção de bolsas de estudo; 2.8.Aperfeiçoar o
funcionamento e as actividades das Brigadas de Mães, onde for possível,
como um importante elo de ligação entre a escola o a comunidade,
velando para que se melhore a qualidade de ensino e se obtenham melhores
resultados, lutando contra as desistências e falta de assistência;
2.1l.Estreitar o trabalho
de colaboração com o Ministério da Educação
e definir as formas concretas de colaboração aos vários
níveis;
2.13. Continuar a desenvolver um plano de educação física através da dinamização de círculos de ginástica básica o rítmica para a mulher, provas pedestres, exercícios físicos em colaboração com o Ministério da Juventude e Desportos, velando pela formação de quadros neste domínio; 2.14. Programar actividades recreativas como excursões, maratonas e a prática de actividades desportivas para jovens e a mulher em geral; 2.15. Participar nas várias
actividades culturais e promover concursos sobre literatura, música,
dança, teatro, cinema e outras manifestações artísticas
sobre temas relativas à mulher, estimulando a sua participação
nesses concursos;
2.17. Proceder à recolha oral e escrita da tradição oral para ser usada na escola; 2.18. Organizar campanhas para obter fundos, para reparar monumentos, embelezar sítios, criar um museu local, etc..; 2.19. Coritinuar a desenvolver acções tendentes a sensibilizar a estética e beleza femininas e velar pela melhoria da qualidade desta actividade; 2.20. incentivar o desenvolvimento e actividade dos Centros de Base, Casas de costura e outros; 2.21. Criar condições para dinamização de actividades de cerâmica, cestaria e outras actividades artesanais; 2.22. Em colaboração com o Ministério da Educação implementar os cursos programados no Centro de Formação de Quadros no Huambo e dar possibilidade de introdução do novos currículos; 2.23. Realizar periodicamente, nas Assembleias de membros debates sobre temas de interesse que contribuam à elevação do nível patriótico e de informação dos membros da Organização; 2.24. Programar visitas à museus e locais históricos e outras actividades tais como exposições, jornais de parede, exibição de filmes e palestras; 2.25. Utilizar os meios de Comunicação Social e outros para o aurnento da consciência das rnulheres em geral e das trabalhadoras em particular para o seu importante papel no aumento da produção e da produtividade, e na execução do programa de Acção do Governo; 2.26. Regularizar a impressão do Boletim Informativo e reflectir nele a realidade da mulher angolana nos mais variados aspectos, esforçando-se para a melhoria da sua qualidade; 2.27.Garantir o envio regular de informações às mulheres angolanas enquadradas na OMA no exterior do Pais e às Missões Diplomáticas em geral, com vista a divulgar a actividade das mulheres angolanas; 2.28.Promover a elaboração de documentários, filmes (Vídeo), slides, reportagens e outros meios para uma maior divulgação da participação da mulher angolana na Reconstrução Nacional; 2.29.lncentivar os jornalistas, artistas e compositores a dedicar uma maior atenção à situação e aos problemas da mulher, criando formas de estimular essa actividade; 2.30. incentivar a realização de debates, palestras o outros encontros, para tratar questões ligadas à situação da mulher e o seu papel na sociedade divulgando-os sempre que possível através dos Meios de Comunicação Social; 2.31. Realizar encontros
e outras acções de solidariedade como forma de manifestar
o apoio das mulheres angolanas às mulheres de outros povos.
II.- NO DOMÍNIO DOS ASSUNTOS SOCIAIS E JURÍDICOS
Tendo em conta os inúmeras
problemas sociais que a mulher enfrenta, bem como as insuficiências
que ainda se registam na execução das Leis que protegem todos
os cidadãos e, consequentemente, as mulheres, o Congresso Extraordinário
da OMA recomenda a realização das seguintes acções:
NA ÁREA DA SAÚDE 3.1. Apoiar prioritariamente os programas materno-infantís e de educação para a saúde; 3.2. Mobilizar todos os esforços necessários para colaborar nos programas e actividades do Ministério da Saúde; 3.3.Recrutar mulheres para a formação como promotoras de saúde, acompanhar o seu enquadramento e estimular a sua actividade na Comunidade; 3.4.Apoiar sempre que necessário as campanhas de vacinação realizadas pelo Sector competente; 3.5.Assegurar à mulher o acesso à maternidade livremente consentida melhorando a actividade do planeamento familiar; 3.6. Prestar atenção à formação massiva de parteiras tradicionais, seu enquadramento, acompanhamento da sua actividade e estimulo devendo para o efeito, criar as condições necessárias ao desenvolvimento dessa tarefa; 3.7.Dinamizar a realização de estudos sobre o desenvolvimento sanitário; 3.8. Contribuir para a educação, a informação da população sobre a necessidade de introduzir hábitos de higiéne e saneamento do meio ambiente, e do incremento da assistência médica e medicamentosa; 3.9. Estudar com o Ministério da Saúde formas concretas de apoio social às Maternidades e Hospitais de modo a proteger as mães depois do parto e as crianças, evitando principalmente que parturientes tenham de caminhar grandes distancias a pé; 3.10. Apoiar as estruturas competentes da saúde no sentido de prestar uma atenção especial ao problema das zonas rurais. NA ÁREA DOS ASSUNTOS SOCIAIS 1. Colaborar com o Instituto Nacional de Infância em acções particularmente viradas para a criança orfãs e abandonadas; 2. Continuar a apoiar os orfanatos e pronunciar-se pelo asseguramento social na terceira idade, particularmente, no que se refere à mulher do campo e à doméstica; 3. Apoiar a actividade das creches e jardins de infância bem como o desenvolvimento dos PIC e PEC; 4. Mobilizar mulheres para os cursos de vigilância, eduladoras de infância e assistentes sociais se necessário através do aproveitamento de bolsas de estudo no exterior do País e velar pela sua colocação e enquadramento. 3.3. A ÁREA JURÍDICA 1. Continuar a dinamizar a realização de consultas de Assessoria Jurídica para mulheres nos Centros de Base, devendo para o efeito mobilizar mais mulheres; 2. Procurar maior engajamento e apoio do colectivo de Advogados à Assessoria Jurídica da Mulher; 3. Desenvolver junto dos Tribunais uma maior influência para a atendimento às questões de mulheres; 4. Sensibilizar de forma conveniente à polícia à todos os níveis para o atendimento de queixas no que se refere às ofensas corporais e outras violências, mesmo da parte do companheiro, com a delicadeza e o brio profissionais necessária; 5. Conceder um apoio multiforme às estruturas que se dediquem à reeducação social de mulheres detidas através do trabalho; 6. Contribuir para a oducação jurídica da mulher promovendo estudos e divulgando a legislação mais importante através de palestras, seminários e programas nos Meios de Comunicação Social; 7. Continuar a trabalhar no sentido da alteração da legislação discriminatória contra a mulher e da que prejudique o seu desenvolvimento e o seu processo de emancipação; VI- NO DOMÍNIO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS Considerando o importante papel desenvolvido pela OMA à nível internacional na divulgação dos problemas que o nosso País enfrenta desde a sua independência; O Congresso Extraordinário da OMA orienta para a necessidade de se continuar a exercer a actividade internacional com base nos princípios de solidariedade e fraternidade entre os povos. Por isso, dever-se-.á: 1. Continuar a cumprir com os seus deveres de membro da Organização Pan-Africana das Mulheres, da Federação Democrática Internacional das Mulheres e da Federação lnternacional das Mulheres de Carreiras Jurídicas; 2. Continuar a dar a conhecer com maior amplitude possível a real situação do País ressaltando o lugar que a mulher desempenha na sociedade angolana; 3. Manter o contacto com as Representações Diplomáticas de países e Organizações internacionais acreditadas no nosso País; 4. Continuar a apelar A solidariedade internacional quer do ponto de vista político, diplomático, material e moral; 5. Realizar jornadas de solidariedade e outras actividades por ocasião de aniversários e outras efemérides; 6. Continuar a realizar manifestações de solidariedade em apoio à luta das mulheres dos povos ainda oprimidos; 7.Estimular o estabelecimento
de contactos com Organizações femininas especialmente as
de carácter profissional, nomeadamente, ao nível do Continente.
V - NO DOMÍNIO DA ORGANIZAÇÃO E FINANÇAS Tendo em conta a actividade multiforme desta área que sustenta a existência, funcionamento e credibilidade da nossa Organização; Considerando que se torna fundamental a gestão dos recursos humanos e financeiros da Organização com vista à sua autonomia; Atendendo a necessidade de gerir os recursos humanos, materiais e financeiros obedecendo à critérios de racionalidade; Tendo em conta que o pagamento regular da quotização deve constituir uma tarefas fundamental de todas as estruturas da Organização por se tratar da nossa principal fonte de receitas; 0 Congresso Extraordinário da OMA considera importante definir para o trabalho de Administração e Finanças, as seguintes tarefas: 1. Gerir convenientemente o orçamento e melhorar o apoio administrativo e logístico para a preparação eficiente das Sessões do Comité Nacional e das Reuniões do Secretariado; 2. Melhorar o funcionamento da actividade administrativa da OMA, através da recepção e tratamento da correspondência, melhoria da qualidade dos documentos produzidos e organização dos arquivos de toda a documentação actual e histórica; 3. Proceder a gestão
racional do pessoal e cuidar da sua formação
4. Proceder à centralização e conservação dos processos individuais e cuidar da recolocação dos quadros existentes; 5. Estudar formas de cobrança da quotização por forma a garantir que pelo menos 60% das mulheres enquadradas a cada nível da Organização pague regularmente as quotas, criando as recibos necessários; 6. Analisar periodicamente o comportamento das despesas e proceder aos ajustamentos necessários através da elaboração de balanços financeiros; 7. Responsabilizar as estruturas
municipais e provinciais da OMA pela cobrança de quotas.
1-
CUIDAR E GERIR COM EFICIÊNCIA O PATRIMÓNIO DA ORGANIZAÇÃO
1. Legalizar junto das instâncias competentes o regime de utilização dos imóveis onde exerce a sua actividade; 2. Melhorar e controlar o
grau de disciplina, pontualidade, assiduidade e produtividade das trabalhadoras
da Organização.
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